7

Bondcast 113 – Ainda Sem Tempo para Morrer

Retornamos pela terceira e última vez para falar de 007 Sem Tempo para Morrer. Desta vez trazendo mais informações a respeito do vigésimo quinto filme da franquia, o último de Daniel Craig e esperamos que não o último de James Bond.

Sergio Vasconcelos, Giuzão Chagas, Lucian Novo, Luis Vinicius Melione, Felipe Nantes e Marcos Kontze (James Bond Brasil)  recebem Thiago Maldonado para um papo com menos emoções, trocando o 1 minuto de silêncio e o drink na sala do M para se despedir do James Bond de Daniel Craig e do Daniel Craig de James Bond.

Assine nosso feed:
https://itunes.apple.com/br/podcast/bondcast-brasil/id967616059?l=en
http://feeds.feedburner.com/bondcastbr

Estamos no Spotify – CLIQUE AQUI PARA O LINK

Seja nosso padrinho – CLIQUE AQUI PARA O LINK

Redes sociais: Facebook: @bondcastbrasil  Twitter: @bondcastbr  Instagram: @bondcastbr

Tempo de Duração: 137 minutos

Lançado em: 02/11/2021

Bondcast

7 Comments

  1. Olá meninos, tudo bem?
    Ouvi atentamente pela segunda vez hj o BCB, mto bom vcs trazerem diferentes pontos de vista dos fãs, dessa vez o ponto de vista do estrangeiro (Marketto), o ponto de vista Brasil afora (Lucian e Nantes) e tb o ponto de vista fãs de outras franquias (Maldonado).
    Achei q com isso a visão de NTTD ficou bem ampla e democrática.
    Depois de ter visto o filme eu cheguei a conclusão q eu tenho um pouco do estilo Maldonado misturado com a visão fã 007 do Giu, do Sérgio e minha tb.
    Como fã de 007, por anos e anos eu queria “ser” a bondgirl q terminava com ele, tinha “ciúme” delas “queria ele pra mim”, sabe aquela coisa? A versão feminina do “eu queria ser James Bond” q fascina o universo masculino q aliás, graças ao 007, eu posso ter um pouquino de acesso ao q vcs sentem, como vcs sentem.
    Pra mim o filme foi ótimo, até os minutos finais. Tanto q “engoli o ciúme” e preferi ver o final do filme como sempre foi, ele terminar ao lado da Bondgirl da vez (no caso eu escolheria Ana de Armas pq um agente 00 com família atrapalharia futuras missões. O “amor” é tão gde q eu preferia ele VIVO.
    Estamos tentando voltar à normalidade após tantas restrições e aquele dia foi meu retorno pro cinema, o reencontro com meus amigos, um dia pelo qual esperei e fiz de tudo para dar certo. E o Serginho tornou tudo isso mágico. (Obrigada meu querido) e, como eu disse num texto no meu blog sobre minha volta aos cinemas: “E tinha q ser Bond, não poderia ser outro. E tinha q ser com essas pessoas (os meninos do Bondcast Brasil).
    Bond sempre foi um escapismo da realidade, algo divertido, mas com aquele fim foi triste demais. Chorei mto no cinema, doeu demais pra mim. Parecia q perdi alguém. Comemorar os 60 anos da franquia com essa referência ruim não vai ser fácil. Eu só queria q Bond voltasse, não importa como. Quero q tudo seja como antes. Afinal, nós merecemos. Desculpem o textão mas não pude evitar. Bjs, amo vcs.

  2. Galera, consigo fazer um paralelo do que vcs sentiram com o que vivi ao sair do cinema após assistir “Jornada nas Estrelas 2 – A Ira de Khan”. O verdadeiro, não essa bobagem perpetrada pelo JJ. E não havia internet nem revistas especializadas. Haviam matado Spock. Como assim???? Um personagem que me acompanhou na infância nas reprises do seriado na década de 70. Como puderam fazer isso? Era 1982 e heróis não morriam!!! E agora? Como assistir as reprises de novo sabendo que Spock iria morrer salvando a Enterprise? Foi um choque. De certo modo, com Craig, não foi uma surpresa, porque tudo se encaminhava pra isso. E aproveito pra lançar a questão: o Bond de Craig é um perdedor? Ele falhou com Vesper, com M (Judi Dench), com a mulher e a filha e pior, consigo mesmo por desistir e preferir morrer? Abraço e parabéns pelo cast.

  3. Eu acho que vocês poderiam ter diversificado mais a equipe. Ficou chato de ouvir só gente destruido o filme. Eu posso não ter gostado do final, mas eu entendo a decisão do Bond e muitas das críticas podem ser explicadas, se deixarmos o lado fan boy de lado. De repente, um podcast mais à frente, “Defendendo No Time to Die”. Sou ouvinte novo, adoro o trabalho de vocês, mas acho que exageraram nas críticas dessa vez…

  4. Taí, um baita desafio pra galera BCB. Defender o indefensável final de NTTD, sugiro inclusive convidarem o Fernando 000 Rodrigues , gostaria de ouvir mais dele falando a respeito disso.
    E mais, ontem, conversando com o querido Marketto, cheguei a conclusão q não só Ana deArmas foi sub aproveitada no filme. A parte da Jamaica, sobretudo o quarto de 007 (répilica do quarto de Ian Flemung em Goldeneye onde ele escreveu os livros) tb. Ia ser um easter egg e tanto e uma grande homenagem pro cara q criou esse personagem maravilhoso q amamos tanto. Bjs, amo vcs.

  5. Bom assisti esse filme no Noitao do Cine Belas Artes em São Paulo, depois do Sem Tempo pra Morrer (acho que nome que diziam Sem Tempo Irmão era melhor) vi 007 Contea o Satânico Dr No e depois 007 Contra Goldeneye.A parte parte do filme é boa, mas o terço final não me agradou incluindo o desfecho do personagem. Espero que façam um programa ano que vem sobre uma série animada inusitada chamada Jqmes Bind Jr. Abraço e bom Natal a todos.

  6. Assisti esse filme nesta semana.
    Cara…que filme péssimo! Eu nunca saí tão bravo,tão triste e tão decepcionado de um filme do 007.
    Já começa mal pelo fato dele ter ficado uns 10 minutos parado em frente aos inimigos metralhando e fuzilando o carro. Como a gente bem sabe,a blindagem em carros de passeio não é eterna.
    A blindagem é apenas temporária para você ter tempo de fugir enquanto o caro segura os disparos. Como nós sabemos no Brasil,uma hora os disparos destroem as placas de blindagem e atingem quem está dentro do carro. Morreriam ambos logo no começo do filme.
    A partir dali,eu já sabia que algo de ruim iria acontecer. Como nós vimos na série,o hobby do Bond é a ressureição. É o escapismo. É nunca desistir,é ter confiança,é fugir sempre com aquela música de uma maneira surpreendente e o que vimos naqueles minutos foi um Bond entregue,desistente e sem iniciativa.
    Começa o No time to cry (meu apelido pra esse filme) quando o cientista SIMPLESMENTE ENTREGA uma arma MUITO PERIGOSA que pode matar o Universo, permitindo o acesso de terroristas num laboratório de biossegurança nível 4. Se ele fosse menos cagão,ele não teria entregue e morrido assim. O Filme começa a degringolar quando o Félix é morto. Foi deprimente ter matado ele. Na era Dalton,um tubarão comeu parte dele e ele não morreu. Foi triste isso,e ele poderia ter escapado com ele.
    A parte que o Mallory tenta passar pano pra cagada que ele fez é péssima. A M foi demitida por muito menos. Desliga na cara dele,manda ele ir embora do escritório. Aliás,tirando Skyfall,o M foi um grande trapalhão: quis punir 007 no Spectre em algo que a culpa não foi dele e nesse filme ele,ele só toma jeito do meio pro final,mas ainda assim ele é um bundão.
    Eu queria que a Monneypenny voltasse a fazer parte da ação igual fez em Skyfall. O Q foi excelente neste filme. Impressão minha ou a 007 sempre chegava atrasada nas cenas de ação?
    Eu achei muito criativa a cena de ação na floresta,apesar de eu achar meio fantasioso. Fere,mas não mata os vilões em ter tombado/capotado o carro naquela velocidade. Achei ele com pouca garra. Em Skyfall,ele pegava armas de inimigos mortos e as munições. Nesse filme,ele não faz isso em momento algum.
    Os vilões nesse filme são péssimos. Blofeld tem uma morte estúpida. Nada ameaçador. A Spectre morre de uma maneira estúpida. Fraca. Não fica claro se Bond está contaminado desde Cuba ou desde a ilha. Até porque ele se deita com a esposa e tem contato com a filha. O vilão não é nada ameaçador e ainda inventa de deixara a filha e a mulher soltas,podendo usá-las como refém e ferrar Bond.
    O Ciclope onipresente é estúpido em achar Madeleine burra só porque é loira. Até parece que ela beberia um chá de um jardim tóxico. Até parece que ela beberia alguma coisa daquele lugar que o Freddie Mercury disse que era tóxico. Até parece que ela ingeriria aquela cor de chá totalmente suspeita.
    Muito fofa a parte da filha e eu adorei ele papai. O rapaz de vocês disse isso. Você torce por ele,você gosta dele,você começa a ter afeto com ele por toda a tristeza que ele passou com a morte da Vesper,a morte do Mathis,a morte da M e acontece aquilo…
    Foi péssimo ele ter invadido o local SEM COLETE A PROVA DE BALAS! Não estamos na Segunda Guerra Mundial,onde eles não existiam. Não haviam reforços. Aí vem a pior parte da série,que é ele pedir para lançar os mísseis. Por que ele não pediu DEPOIS de matar Saffin?
    Por que os MIGs não interceptaram o avião? Onde foi parar os navios? Por que a Rússia,Japão e EUA não atacaram os ingleses quando dispararam mísseis em território russo/japones?
    Por que ele não fugiu? Ele sobreviveria,mas teria de se ver por vídeochamadas. Foi terrível ver ele sendo assassinado pela própria Marinha. Explodindo em milhões de pedaços. Ele desistiu da vida,ele desistindo de escapar,ele se entregando. Ele todo entregue me decepcionou,irritou e entristeceu muito.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *